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Quando não agir é um erro: Blavatsky, karma e a falsa renúncia
No segundo fragmento de A Voz do Silêncio , H.P. Blavatsky lança um alerta contundente: evitar a ação por medo de gerar karma é, na verdade, uma armadilha espiritual — e uma forma de inação egoísta. O texto é claro: “A inação num ato de misericórdia passa a ser a ação num pecado mortal.” Este ensinamento subverte a ideia, tão presente em certas tradições e conceções populares, de que a libertação espiritual se alcança pela fuga do mundo, pela imobilidade ética ou pela neutra
Raquel Silva
16 de jun. de 20253 min de leitura


Retirar-se ou agir? A ilusão do isolamento e o chamado à compaixão em A Voz do Silêncio
No segundo fragmento de A Voz do Silêncio , Helena Blavatsky rejeita explicitamente a ideia de que o isolamento extremo, a mortificação do corpo ou a fuga do mundo sejam caminhos espirituais válidos para quem busca a libertação. A obra, profundamente enraizada no ideal do Bodhisattva, propõe uma espiritualidade ativa, comprometida com o mundo e com o sofrimento humano . Mas o que significa, afinal, esta recusa do retiro como via principal? E será que devemos, necessariamente
Raquel Silva
28 de mai. de 20253 min de leitura


A Doutrina dos Olhos e a Doutrina do Coração: um convite ao discernimento espiritual
No segundo fragmento de A Voz do Silêncio , H.P. Blavatsky apresenta-nos uma distinção central no caminho espiritual: a Doutrina dos Olhos e a Doutrina do Coração . Esta distinção é mais do que uma questão de estilo ou de tradição: trata-se de dois caminhos interiores que traduzem diferentes estados de consciência e de relação com o sagrado . A Doutrina dos Olhos: O caminho da forma A Doutrina dos Olhos representa o caminho da aparência, da instrução exterior, do saber apren
Raquel Silva
23 de mai. de 20255 min de leitura


A Voz do Silêncio e a Escolha Espiritual: Servir ou Libertar-se?
Reflexões sobre o segundo fragmento d' A Voz do Silêncio , de H. P. Blavatsky, e os dois caminhos que se abrem perante quem desperta: a libertação individual ou a renúncia compassiva . No segundo fragmento de A Voz do Silêncio , surge uma escolha que só se apresenta a quem já percorreu longamente o caminho interior: continuar em direção à libertação individual — nirvana — ou abdicar dessa conquista para permanecer no mundo e auxiliar quem ainda sofre. Essa escolha define
Raquel Silva
24 de abr. de 20254 min de leitura
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